Falecimentos em Curitiba; Obituário deste domingo (23/11)

Lista de Obituários deste Domingo

No obituário deste domingo, 23 de novembro de 2025, Curitiba lamenta a perda de várias pessoas que deixaram uma marca em suas comunidades. Cada nome listado representa uma vida, uma história e uma conexão profunda com familiares e amigos. A lista a seguir inclui detalhes relevantes sobre cada indivíduo:

  • AMARIO DE FATIMA ESTEVO DA MAIA, 64 anos. Profissão: Autônomo. Cônjuge: Ruth Soares Correia. Filiação: Paulino Estevo da Maia e Maria das Dores da Maia. Sepultamento em Curitiba, no cemitério Vertical, às 17:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • AMIR ZOSCHKE, 72 anos. Profissão: Engenheiro Eletrônico. Cônjuge: Joselina Ferreira da Silva. Filiação: Hermes Zoschke e Erna Dunke Zoschke. Sepultamento no cemitério Vaticano (Almirante Tamandaré), às 19:00h. Data do falecimento: 23/11/2025.
  • ANDERSON LUIS DE OLIVEIRA, 32 anos. Profissão: Autônomo. Filiação: Gerson Luis de Oliveira e Anice Terezinha Perussi. Sepultamento na Paroquial Colônia Antonio Prado (Almirante Tamandaré), às 16:30h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • ARY JOSE DA CRUZ, 37 anos. Profissão: Advogado. Filiação: Ary Sebastião da Cruz e Antonia Sarita Taborda. Sepultamento na Paroquial Colônia Antonio Prado (Almirante Tamandaré), às 13:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • CAUE DE ALMEIDA MOROZ, 45 anos. Profissão: Médico Veterinário. Filiação: Dario Moroz e Antonia Berenice de Almeida Moroz. Sepultamento no cemitério de Jundiaí, às 13:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • CECILIA CIUS DOS SANTOS, 83 anos. Profissão: Do lar. Cônjuge: Juracir dos Santos. Filiação: Andre Cius e Ana Cius. Sepultamento em Curitiba, no Parque São Pedro, às 16:30h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • EGBERTO SCHWANZ, 83 anos. Profissão: Religioso. Cônjuge: Elisabete Olga Holzinger Schwanz. Filiação: Henrique Schwanz e Selma Schwanz. Sepultamento no cemitério em Jaraguá do Sul, às 17:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • ENY DE OLIVEIRA ALECRIM, 84 anos. Profissão: Do lar. Cônjuge: Abdias Abreu de Alecrim. Filiação: Ozorio Cabral de Oliveira e Odete Leite de Oliveira. Sepultamento em Curitiba, no Cemitério Jardim da Saudade, às 17:00h. Data do falecimento: 23/11/2025.
  • FRANCISCO KLEBIS, 77 anos. Profissão: Mestre de Obras. Cônjuge: Jandira Ferreira da Silva Clebis. Filiação: Carlos Klebis e Isabel Batista Klebis. Sepultamento em Araucária, no cemitério Tomás Coelho, às 17:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • FRANCISCO XAVIER DIAS DA SILVA, 57 anos. Profissão: Reciclagem. Filiação: Genesio Pereira da Silva e Tereza Dias da Silva. Sepultamento no Municipal Santa Cândida, às 13:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • GILDA MARIA GRASSI LUCK, 78 anos. Profissão: Pedagoga. Cônjuge: Guilherme Frederico Lick Neto. Filiação: Mario Degauldio Grassi e Maria de Lourdes de Macedo Grassi. Sepultamento no Municipal São Francisco de Paula, às 16:30h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • HILARIA MARIA IMMIG, 95 anos. Profissão: Religiosa. Filiação: Miguel Jose Immig e Rosa Mosch Immig. Sepultamento no Municipal São Francisco de Paula, às 17:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • IRENA BUENO DE LIMA, 78 anos. Profissão: Do lar. Cônjuge: José Ribas de Lima. Filiação: Caciano Francisco Bueno e Leonora Murbach Bueno. Sepultamento em Curitiba, no Vertical, às 17:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • IVAIR GONCALVES DE OLIVEIRA, 81 anos. Profissão: Açougueiro. Cônjuge: Ofélia Maria Gonçalves de Oliveira. Filiação: Romilda Gonçalves Cordeiro. Sepultamento em São José dos Pinhais, no Cemitério Memorial da Vida, às 16:30h. Data do falecimento: 23/11/2025.
  • IVANIA DE CASSIA DE SOUZA, 58 anos. Profissão: Agente. Cônjuge: Jaime de Souza. Filiação: Araldo Porcino e Maria Ivani Otto Porcino. Sepultamento em Piraquara, no Cemitério São Roque, às 16:30h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • JOSE HUMBERTO DA SILVA, 56 anos. Profissão: Porteiro. Filiação: Manoel Alves da Silva e Maria Cristina da Silva. Sepultamento no Municipal Água Verde, às 11:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • JULIA MARQUES DE ABREU, 86 anos. Profissão: Do lar. Cônjuge: Custódio Teodoro de Souza. Filiação: Elvira Marques de Abreu. Sepultamento em São José dos Pinhais, no Cemitério Parque Senhor do Bonfim, às 16:30h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • LUIZ MARTINS DA SILVA, 69 anos. Filiação: Antonio Martins da Silva e Elcidia Rios. Sepultamento no Municipal Santa Cândida, às 11:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • LUIZA KAMINSKI DE LIMA, 86 anos. Profissão: Do lar. Cônjuge: Octavio Padilha de Lima. Filiação: Miguel Kaminski e Joana Kaminski. Sepultamento no Municipal Santa Cândida, às 16:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • MARINA MONTANHA FRANCA, 93 anos. Profissão: Costureira. Cônjuge: Anibal Franca. Filiação: Luiz Montanha e Natalinia Massucato. Sepultamento: Crematório Vertical (Curitiba), às 17:30h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • MARINA SEGOBI FONTANELLA, 30 anos. Profissão: Do lar. Filiação: Geraldo Brasil Fontanella e Terezinha das Dores Segobi. Sepultamento em Fazenda Rio Grande, no cemitério Parque Metropolitano, às 10:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • MARIO TRENTO, 93 anos. Profissão: Pedreiro. Cônjuge: Amelia Magagnin Trento. Filiação: Sebastiao Trento e Virginia Trento. Sepultamento no cemitério municipal de Mamborê – PR, às 17:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • MARLENE MIONI BRENNER, 84 anos. Profissão: Professor. Cônjuge: Geraldo Antonio Brenner. Filiação: João Mioni e Clementina Busato Mioni. Sepultamento em Curitiba, no Parque Iguaçu, sem horário especificado. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • MAURICIO NOBREGA, 62 anos. Profissão: Taxista. Filiação: Luiz Nobrega e Inez Leony Nobrega. Sepultamento no Municipal Água Verde, às 15:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • NANCY CHATAGNIER, 71 anos. Profissão: Professor. Filiação: Gastão Chatagnier e Lúcia Chatagnier. Sepultamento no Municipal São Francisco de Paula, às 13:00h. Data do falecimento: 23/11/2025.
  • ONDINA LACERDA MARTINS, 83 anos. Profissão: Do lar. Cônjuge: Amador de Paula Martins. Filiação: José Maria Lacerda e Conceição de Andrade Lacerda. Sepultamento em Araucária, no Cemitério Jardim Independência, sem horário especificado. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • OSMAR JOSE BORTTOLI MATHEUS, 70 anos. Profissão: Autônomo. Cônjuge: Maria Lucia Duarte Matheus. Filiação: Osmario Ferreria Matheus e Anita Borttoli Matheus. Sepultamento no Crematório Vaticano (Almirante Tamandaré-PR), às 17:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • ROSANGELA DE LARA OLESCZUK, 46 anos. Profissão: Do lar. Filiação: Teodosio Olesczuk e Maria da Luz Lara. Sepultamento em Curitiba, no Vertical, às 10:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • SENEN RAIMUNDO SCHUNIG, 74 anos. Profissão: Técnico. Filiação: Guilherme Germano Schunig e Nilza Raimundo Schunig. Sepultamento em Curitiba, no Cemitério Luterano de Curitiba, às 12:00h. Data do falecimento: 22/11/2025.
  • WALDEMIRO BOGACZ, 88 anos. Profissão: Militar. Cônjuge: Varaildes Lisboa Bogacz. Filiação: Miguel Bogacz e Verginia Bogacz. Sepultamento no Crematório Vaticano (Almirante Tamandaré-PR), às 17:00h. Data do falecimento: 23/11/2025.

Cada um desses nomes traz uma grande importância para aqueles que deixaram. O obituário não apenas informa sobre a partida, mas também celebra as vidas que foram vividas e os impactos que cada indivíduo teve em sua comunidade.

Informações sobre Sepultamentos

Os sepultamentos mencionados no obituário deste domingo refletem a diversidade de pessoas e histórias que marcaram a vida em Curitiba. Cada cerimônia de sepultamento é uma oportunidade para que familiares e amigos se reúnam, relembrando e celebrando a vida daqueles que partiram.

falecimentos em curitiba

A escolha do local do sepultamento muitas vezes é rica de significados e tradições. Em Curitiba, os cemitérios desempenham um papel importante na cultura local, servindo não apenas como locais de descanso, mas também como espaços de memória e homenagem. Os cemitérios municipais, como o Municipal São Francisco de Paula e o Cemitério Jardim da Saudade, são conhecidos por suas belas paisagens e pela tranquilidade que oferecem às famílias enlutadas.

No caso de crematórios, a cerimônia pode incluir rituais que refletem as crenças pessoais e culturais do falecido e de sua família. A cremação está se tornando uma escolha cada vez mais popular, oferecendo uma alternativa que, para muitos, é vista como uma maneira de retornar à natureza. No Crematório Vertical, por exemplo, há opções para que as cinzas possam ser espalhadas em jardins ou em áreas especiais, permitindo que as famílias celebrem a vida de forma única e individualizada.



Além disso, a organização de um sepultamento envolve aspectos logísticos, como a escolha do caixão, o agendamento de serviços religiosos, e a comunicação com os cemitérios para garantir que todos os detalhes sejam tratados com respeito e dignidade. Ter um plano de sepultamento prévio pode oferecer muito conforto às famílias em momentos de difícil luto, pois os preparativos já estarão resolvidos.

Seja qual for a escolha, os sepultamentos em Curitiba são marcados por um profundo respeito pela memória dos falecidos, proporcionando um espaço para que os que ficaram possam relembrar, lamentar e, eventualmente, encontrar paz.

A Importância da Memória Coletiva

A memória coletiva de uma comunidade é fundamental para sua identidade e coesão social. Os falecimentos registrados em obituários não são apenas informações anedóticas; eles são parte da narrativa cultural de uma cidade, como Curitiba. Cada nome mencionado em um obituário representa não apenas uma vida individual, mas também um legado deixado para trás.

As memórias coletivas são construídas a partir das histórias de vida de cada indivíduo e de como esses indivíduos interagiram com a sociedade ao longo de suas vidas. Eles podem ter sido professores, engenheiros, comerciantes ou simplesmente membros dedicados da família que contribuíram para o bem-estar da comunidade. A perda de uma pessoa impacta as relações e as interações dentro de uma sociedade, moldando as experiências coletivas.

Além disso, as cerimônias fúnebres, muitas vezes repletas de tradições e simbolismos, permitem que amigos e famílias compartilhem histórias e recordações sobre o falecido. Essas práticas ajudam a solidificar a memória do indivíduo na mente coletiva, mantendo aspectos da sua vida vivos. Ao reunir pessoas para homenagear aqueles que partiram, criamos um laço de união e apoio, que é fundamental em tempos de luto.

Homenagens a Falecidos

Homenagear aqueles que faleceram é uma prática que transcende culturas e gerações. As comunidades frequentemente organizam eventos em memória de pessoas notáveis que partiram, e essas homenagens podem assumir diversas formas, desde placas comemorativas em locais significativos até celebrações de sua vida e legado.

Em Curitiba, as homenagens costumam servir como uma maneira de manter viva a memória dos falecidos e educar as novas gerações sobre sua importância. Isso pode incluir desde eventos anuais em memória de pessoas que impactaram a cidade até iniciativas escolares que ensinam sobre figuras históricas locais. Criar um espaço onde essas memórias podem ser compartilhadas é essencial para a coesão social e a continuidade da cultura.

Além dos eventos organizados, as homenagens também costumam ocorrer em níveis mais pessoais. As famílias frequentemente criam tributos em casa, como álbuns de fotos ou murais que celebram a vida do ente querido. Esses momentos de reflexão e celebração permitem que a dor do luto se transforme rapidamente em uma lembrança calorosa. Homenagens que capturam a essência da vida dos falecidos ajudam não apenas a perpetuar suas memórias, mas também a proporcionar conforto para aqueles que permanecem.

Como Encontrar Informações de Falecimentos

Encontrar informações sobre falecimentos pode ser uma tarefa delicada, principalmente durante momentos de luto. Em Curitiba, há vários recursos disponíveis para auxiliar essas buscas. As publicações de obituários em jornais locais, como “Tribuna do Paraná”, são uma fonte tradicional de informação. Além de listar indivíduos falecidos, esses obituários costumam incluir detalhes sobre o sepultamento, informações de contato para condolências e, em muitos casos, um breve resumo da vida do falecido.

Internet também se tornou uma ferramenta valiosa. Muitos cemitérios e cremórios oferecem informações online, incluindo agendamentos de sepultamentos e listas de falecidos que podem ser pesquisadas por datas. Além disso, as redes sociais permitem que amigos e vizinhos compartilhem notícias sobre falecimentos, criando apoio comunitário no luto.

Outra forma de obter informações é por meio de redes de apoio e grupos de luto. Esses grupos frequentemente reúnem famílias que estão passando por experiências similares e podem fornecer não apenas informações sobre falecimentos, mas também apoio emocional e percebido por aqueles que estão vivenciando perdas similares.

Tributos a Quem Partiu

Tributar alguém que partiu é uma maneira de honrar a vida e o legado deixados. Muitas comunidades organizam eventos e ações em memória dos que faleceram, seja por meio de campanhas beneficentes, doações a instituições em homenagem ou a plantação de árvores memorial.

Esses tributos não só reverenciam a memória do falecido, mas também promovem a união da comunidade, criando um senso de propósito coletivo. Em Curitiba, diversas ONG’s e instituições frequentemente se envolvem em atividades benéficas que homenageiam vidas passadas, ajudando a curar feridas emocionais através do serviço à comunidade.

Além disso, tributos podem também incluir a criação de bolsas de estudo ou prêmios em nome do falecido, perpetuando assim seu legado e impactando positivamente futuras gerações. Essas iniciativas ajudam a inspirar e educar, transformando a perda em algo produtivo e memorável.

O Papel dos Obituários na Sociedade

Os obituários desempenham um papel crítico na sociedade, servindo como recordatórios das vidas que foram vividas e contribuindo para a história coletiva. Eles não apenas informam sobre as perdas, mas também refletem a diversidade das experiências humanas. No Brasil, e especialmente em Curitiba, obituários se tornaram uma maneira de honrar o legado de cada indivíduo.

Além de registrar os falecimentos, os obituários fornecem detalhes sobre as histórias de vida, as realizações e o impacto que os falecidos tiveram em suas comunidades. Eles funcionam como uma forma de preservar memórias que, de outra forma, poderiam ser esquecidas. Assim, obituários não são meramente informações administrativas; são documentos que conectam as pessoas a suas heranças e experiências compartilhadas.

As redações de obituários também têm evoluído. Antigamente, eram textuais e diretos, mas hoje muitos incluem elementos que celebram a vida do falecido, suas paixões e contribuições. Isso representa uma mudança na forma como as células sociais reconhecem a morte, enfatizando a vida, as relações e o impacto positivo que esses indivíduos tiveram.

Informações sobre Profissões e Cônjuges

Os obituários frequentemente incluem informações sobre as profissões e cônjuges dos falecidos, refletindo as várias dimensões de suas vidas. Detalhes sobre o trabalho muitas vezes colocam em perspectiva as contribuições daquele indivíduo para a sociedade. Por exemplo, um engenheiro eletrônico, uma professora ou um médico veterinário não só são descritos por suas ocupações, mas também pelo impacto que tiveram na vida de seus alunos, pacientes e, em última análise, na comunidade em geral.

Os cônjuges também representam um aspecto vital na narrativa dos falecidos. A inclusão do nome do cônjuge nos obituários é essencial, pois reconhece a parceria e a vida a dois. Os cônjuges frequentemente desempenham um papel significativo durante a vida de uma pessoa e, no momento do falecimento, são muitas vezes os primeiros a sentir a perda. Dito isso, o envolvimento conjugal ressalta a importância das relações e das conexões feitas ao longo da vida.

O Impacto das Perdas na Comunidade

A perda de um membro da comunidade pode gerar ondas de tristeza e reflexão coletiva. As perdas não afetam apenas a família imediata, mas também amigos, colegas e a comunidade mais ampla. As reações a essas perdas podem ser profundas, refletindo o impacto que o falecido teve nas relações sociais.

Além disso, a maneira como a comunidade lida com a perda pode afetar sua saúde emocional e bem-estar coletivo. Os rituais associados ao luto, como funerais e homenagens, ajudam as pessoas a expressar suas emoções e a processar a dor. Eles também reforçam o apoio social, uma vez que indivíduos se reúnem em avatares de respeito, amor e gratidão pelo falecido.

Em muitos casos, comunidades se unem após a morte de um cidadão notável ou querido. Isso pode resultar em iniciativas comunitárias que refletem o desejo de manter vivo o legado dessa pessoa, como programas de auxílio, eventos culturais ou até mesmo melhorias na infraestrutura em sua memória.

Conectando-se com a História Local

A história local é constantemente moldada por aqueles que viveram e faleceram em determinada área. Em Curitiba, cada obituário reflete um aspecto da evolução da sociedade, registrando as contribuições de indivíduos que deixaram sua marca na cidade. Estes documentos não apenas informam sobre a morte, mas também preservam a história cultural, a demografia e as mudanças sociais ao longo do tempo.

Ao conectar obituários à história local, podemos ver como as experiências e as contribuições de indivíduos moldam o contexto mais amplo. Por exemplo, como certos profissões evoluíram ou como a comunidade se desenvolveu com o tempo em resposta a eventos críticos marcados pelos falecimentos. O legado das vidas vividas e de como essas vidas se entrelaçam com a história ajudará a construir uma narrativa rica que será contada para as gerações futuras.

Além disso, a investigação das vidas dos falecidos nos ajuda a entender melhor os valores e a cultura da sociedade. Ao resgatar a memória de indivíduos que impactaram suas comunidades, garantimos que suas contribuições sejam reconhecidas e que as histórias continuem a ser contadas.



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